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Saúde

Nesta área, uma atenção especial continuará a ser dada aos menos favorecidos, particularmente às mulheres e às crianças dos agregados mais necessitados e às pessoas que precisam de tratamentos especiais (terceira idade e não só), com o desafio de assegurar a toda a população da aldeia o acesso aos serviços sociais de base de maneira equitativa.
Através da nossa missão vamos melhorar qualidade dos serviços de saúde, incluindo, abastecimento da água potável, saneamento e uma clinica com service de pediatria, obstetrícia, primeiros socorros.

A utilização dos servicos sanitários pelas mulheres é ainda muito fraco, devido ao seu próprio estatuto, principalmente nas zonas rurais, onde a AMISPA atua.

O estado de saúde da população continua preocupante.
Apesar dos progressos realizados na Guiné, com ajuda da AMISPA, ainda existem dados muito preocupantes, tais como, uma em cada dez crianças (104 por mil) morre antes de completar um ano de idade e a mortalidade materna permanece entre as mais elevadas na subregião. Verifica-se que o risco de uma mulher morrer durante a vida fértil na Guiné-Bissau é 184 vezes superior, que das mulheres que vivem nos países desenvolvidos.

O nível de cobertura territorial dos serviços de saúde continua baixo, especialmente nas zonas rurais, mas a AMISPA tem vindo a realizar um papel importante para modificar esta situação.

As principais causas de mortalidade da população da Guiné são as doenças transmissíveis, incluindo o HIV/SIDA e as complicações obstétricas e neonatais. Assim, apesar dos progressos realizados pela nossa organização no domínio dos cuidados primários de saúde, o paludismo (Malária) infelizmente continua a ser uma doença de prevalência elevada neste país.

Os grupos mais vulneráveis ao paludismo são crianças menores de 5 anos e mulheres grávidas.
Segundo o Programa Nacional de Luta contra a Tuberculose (PNLT), a incidência de tuberculose, em 2005, foi 206 por 100.000 pessoas/ano (OMS, sd) sendo que 19% dos novos casos em adultos eram seropositivos (OMS, sd) e a prevalência, no mesmo ano, foi de 293 casos por 100.000 habitantes (OMS, sd). A evolução desta doença está estreitamente ligada a infecção do VIH/SIDA.

Para além das doenças transmissíveis e doenças que são prevenidas por vacinação, destacam-se a má nutrição, como o primeiro problema de saúde pública entre as doenças não transmissíveis.

A Amispa, tem lutado para que este indice baixe o mais rapidamente possível, para isso temos um projecto de construção urgente para N’sunte e no nosso terreno localizado na capital da Guiné-Bissau, num dos bairros mais carenciados e com diversas etnias e com fácil acesso aos que venham de localidades mais afastadas.

É o nosso objectivo também termos um consultório móvel afim de irmos até à mais longinqua aldeia.

O estatuto social da mulher na Guiné-Bissau é quase inexistente, devido a casos como a dependência da decisão do homem em praticamente todas as matérias, da incapacidade de recusa do acto sexual no contexto conjugal e culpabilização em casos de violência, fazem do sexo feminino um grupo estruturalmente vulnerável em todos os aspectos, principalmente no de saúde.


Para estes casos, a nossa Organização Amispa visa ter um serviço mais próximo, tanto de aconselhamento como de acompanhamento das vítimas e seus agressores.

Clique aqui e veja o mapa de onde a Clinica Amispa ficará situada, mapa esse providenciado pela Camara Municipal de Bissau